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18 de abr de 2011

SAP - Síndrome da Alienação Parental - fuja dela!


Olá a todas!

Mães modernas que somos, temos que ficar antenadas com as novas tendências da moda – e das leis.

Está em voga agora uma tal de SAP.

O que isso quer dizer?

Ao pé da letra: Síndrome da Alienação Parental.

O que é isso?

Vejamos:

Existe o Genitor Alienante e a Criança Alienada.

O que o Genitor Alienante faz para ser um ser que aliena o filho?

- Não dá satisfação da vida do pimpolho para o outro genitor; toma decisões importantes sobre a vida do filho sem consultar o produtor do espermatozóide; mete a boca no pai e não priva a pobre criança, que poderia viver muito bem sem ouvir poucas e boas sobre o tal produtor; dentre outras coisas.

- Interfere nas visitas, isso supondo que o produtor do espermatozóide que fecundou seu lindo óvulo fez a mínima questão de participar da vida de seu rebento.

- Faz o joguinho de empurra-empurra, usando a criança como objeto para atingir o pai; faz a criança tomar seu partido contra o pai; faz da pobre criatura uma espiã querendo saber detalhes da vida do outro; não valoriza os presentes que o produtor do espermatozóide dá (isso quando ele se dá ao luxo de dar).

- Critica o produtor do espermatozóide, emite falsas acusações, faz com que a criança acredite que ele é perigoso.

Por que estamos abordando esse assunto hoje?

Porque nós nos esquecemos que existe Lei e que ela nem sempre é muito justa e muitas vezes pode ser cega, surda, burra.

E para que possamos nos precaver e não cair nessa armadilha, ainda que inconscientemente.

E porque amamos nossos filhos e não queremos que eles sejam estatística.

Crianças vítimas de SAP são mais propensas a apresentar distúrbios psicológicos como depressão, pânico, ansiedade; utilizar drogas e álcool como fuga para a dor e a culpa da alienação; cometer suicídio; apresentar baixa estima; não conseguir criar vínculos estáveis quando adultas; apresentar problemas de gênero, pois a imagem que terá do sexo oposto não será um exemplo a seguir, caso a mãe viva metralhando o pai – e vice e versa.

O que podemos fazer para evitar que nós mesmas estejamos transformando nossos pequenos príncipes e princesas em vítimas de nossa imaturidade?

Eu diria, sem pestanejar: - Vá pra terapia, minha filha!

Mas sei que nem todo mundo pode pagar uma.

Veja a situação do ponto de vista da criança buscando compreender a necessidade que ela tem, protegendo-a de discussões ou situações desagradáveis entre você e o pai.

Proporcione ao seu filho/filha um ambiente no qual possa se desenvolver plenamente, sem grandes traumas – a vida sozinha já vai traumatizar ele na conta certa, você não precisa reforçar isso.

Busque amparo jurídico e garanta ao seu filho a participação do pai em sua vida, mesmo que isso tenha que acontecer dentro de um enquadre específico, como em visitas assistidas.

E caso não haja a possibilidade de que seu pimpolho/pimpolha tenha esse convívio, saiba ser sábia e tornar o assunto leve para ele/ela.

Quer saber mais? Conheça a Lei que trata do assunto aqui.

Boa sorte para nós nesse novo modismo e que tenhamos sabedoria para fazer as escolhas certas.


4 comentários:

  1. Oi mãe solteira! sou mãe de Miranda, que não tem pai nem em certidão de nascimento. Mas também sou mãe de Dora, que está sob a guarda do pai, que mandou a filha para os avós cuidarem. Li seu texto e concordo, mas vc só fala de mães alienantes, no meu caso é produtor de esperma que levou minha filha, na Lei!!!! Dá uma olhada no meu blog e conheça a história de Dora, minha amada filha...
    www.etudoverdademesmo.blogspot.com
    bjs e adorei seu blog!

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  2. Lá nisso concordo! Ha atitudes que se pagam caro, é feio, é mesquinho e não produz nenhum efeito educativo, por mais raiva que cetas mães tenham do dito cujo, convém que tnham isso em mente.

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  3. Mais respeito com os pais, existem sim os q não estão nem aí pra criança, mas existem os q lutam, q amam seus filhos de verdade.
    Essa lei foi a melhor coisa q poderia acontecer pq agora as q se dizem mães quando na verdade só atrapalham a vida do filho achando q vai ferir somente o pai, serão punidas com multas e até inversão da guarda. Comprovando que mãe é a q CUIDA em todos os sentidos e não a q carrega por 9 meses na barriga.
    Pais, lutem por seus filhos, seu filho precisa de vc.

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  4. Já é quase 2017: melhor buscar mais informações sobre como essa lei porca, baseada nos ditos do pedófilo Richard Gardner, tem destruído vidas de mães e crianças no Brasil!
    https://www.change.org/p/senadores-e-operadores-de-justiça-diga-não-ao-projeto-de-lei-4488-2016-que-legaliza-a-violência-contra-as-crianças-e-as-mães

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